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M&A Cyber Due Diligence

O risco cibernético da empresa-alvo antes de assinar — incidente passado, postura real e passivo herdado.

Numa aquisição, o risco cibernético do alvo vira seu no dia do fechamento, incluindo o incidente que ainda não foi descoberto. A diligência técnica existe para que o preço reflita isso.

Trabalhamos com o que é possível ver de fora e com o que o alvo disponibiliza, e somos explícitos sobre a diferença entre os dois.

O que fica com você

Entregáveis e escopo

O entregável vem primeiro porque é ele que se compara entre fornecedores. Metodologia bonita com relatório vago não resolve nada.

Você recebe

  • Relatório de diligência com risco quantificado onde possível
  • Lista de passivos que exigem provisão ou cláusula
  • Plano de integração pós-fechamento com prioridade

No escopo padrão

  • Superfície externa e exposição pública do alvo
  • Credencial vazada e presença em vazamento conhecido
  • Histórico de incidente e postura declarada contra a observada
  • Passivo de conformidade e contrato com terceiro crítico
Como funciona

As etapas, na ordem

  1. Escopo e acesso O que dá para ver de fora e o que o alvo abre.
  2. Observação externa Superfície, vazamento e reputação técnica.
  3. Diligência interna Quando há acesso, a postura real contra a declarada.
  4. Leitura para a mesa O que muda preço e o que vira cláusula.

Quando este não é o serviço certo

Se a transação já foi assinada, isto vira plano de integração — o que também é útil, mas é outro trabalho.

Setores que mais contratam

Continua na plataforma

  • CyberScore
  • ShadowSignal
  • CyberIntel

O consultor descobre uma vez; o módulo passa a vigiar continuamente. É a diferença entre um laudo com data de validade e um controle que se sustenta.

M&A Cyber Due Diligence

Vamos acertar o escopo antes do orçamento

Escopo mal desenhado é a causa mais comum de trabalho de segurança que não reduz risco. A primeira conversa serve para isso.