M&A Cyber Due Diligence
O risco cibernético da empresa-alvo antes de assinar — incidente passado, postura real e passivo herdado.
Numa aquisição, o risco cibernético do alvo vira seu no dia do fechamento, incluindo o incidente que ainda não foi descoberto. A diligência técnica existe para que o preço reflita isso.
Trabalhamos com o que é possível ver de fora e com o que o alvo disponibiliza, e somos explícitos sobre a diferença entre os dois.
Entregáveis e escopo
O entregável vem primeiro porque é ele que se compara entre fornecedores. Metodologia bonita com relatório vago não resolve nada.
Você recebe
- Relatório de diligência com risco quantificado onde possível
- Lista de passivos que exigem provisão ou cláusula
- Plano de integração pós-fechamento com prioridade
No escopo padrão
- Superfície externa e exposição pública do alvo
- Credencial vazada e presença em vazamento conhecido
- Histórico de incidente e postura declarada contra a observada
- Passivo de conformidade e contrato com terceiro crítico
As etapas, na ordem
- Escopo e acesso O que dá para ver de fora e o que o alvo abre.
- Observação externa Superfície, vazamento e reputação técnica.
- Diligência interna Quando há acesso, a postura real contra a declarada.
- Leitura para a mesa O que muda preço e o que vira cláusula.
Quando este não é o serviço certo
Se a transação já foi assinada, isto vira plano de integração — o que também é útil, mas é outro trabalho.
Setores que mais contratam
Continua na plataforma
- CyberScore
- ShadowSignal
- CyberIntel
O consultor descobre uma vez; o módulo passa a vigiar continuamente. É a diferença entre um laudo com data de validade e um controle que se sustenta.
Vamos acertar o escopo antes do orçamento
Escopo mal desenhado é a causa mais comum de trabalho de segurança que não reduz risco. A primeira conversa serve para isso.